Como é difícil escrever. Alias, é tão delicado. Delicado porque aquilo que é lido é quase de total domínio do leitor, fazer de sua receita possíveis caminhos, penetráveis, interpretáveis, intermináveis. Por mais que se determine as palavras, continuo, é bastante delicado.
Minha amiga está escrevendo um livro didático sobre escravidão, por conseqüência ela achou importante contextualizar os Impérios existentes na África entre os século IV e X; Gana, Mali, Songhai. Enfim a pesquisa é dela. E determinado ponto de contextualizar todo esse passado com questões atuais do negro no Brasil, lemos, rimos, relemos. Reescrevendo. Para que se encontre a rota precisa do texto, sem ser piegas, sem romantizar a condição e construção da história dos afro-descendentes e defendentes. Eu disse à minha amiga:
-Pois é Lu, no né facile, a fala tem suas “contraduções”.
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